2 de jun de 2010

Poema Pós-modernista - década de 80

Acabou. Desta vez realmente acabou. O apocalipse enfim despertou.
A luz no fim do túnel que era sinal de esperança,
Se tornou cinzas e escuridão num livro fechado cujas escritas são indecifráveis.
Não há solução, muito menos fé. Nada vai acontecer. Acabou.
A era das flores murchou, só existe lugar agora para o niilismo absoluto.
rasguem as fotografias negras e claras de antepassados já mortos,
Enterrem as lembranças esquecidas no inconsciente. Tudo acabou.
O que importa agora é aproveitar o que resta de hoje,
O amanhã não vai chegar mesmo.

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